
Com a edição do álbum “Diabolique”, os Diabolo abrem nova página no capítulo das sonoridades mais duras do rock em português, seguindo o mesmo espírito que gerou bandas como Xutos & Pontapés e Mão Morta.
Existindo desde 1995 sob o nome “TS & Outros Vícios”, e a partir de 1999 com a designação actual, os Diabolo contam já quase uma década de existência repartida pelo circuito de bares e das concentrações motards.
Com dois temas comuns à maquete produzida por Luís Barros (que ainda durante a década de noventa obteve rasgados elogios de revistas espanholas, brasileiras e portuguesas, bem como airplay em rádios dos mesmos países), o álbum “Diabolique” apresentado a 26 de Novembro de 2005, é o corolário da colaboração com o produtor Chico Martins (também conhecido pelos trabalhos com Anger e Squeeze Theeze Pleeze), que viria potenciar os temas compostos ao longo dos anos de estrada.
Num total de dez temas, o álbum de onde já foi retirado o single “Patchouly”, é composto por músicas baseadas em fortes riffs vintage e letras que num humor irónico, denunciam uma estética doce-amarga residente em todo o trabalho da banda. Sempre com o português como idioma de preferência, e com um som que se pode situar dentro dos parâmetros do Hard Rock, os Diabolo apresentam uma sonoridade consistente, própria, com um indelével sabor retro.
O tema “Patchouly”, versão do celebérrimo original dos anos 80, é a homenagem da banda aos pioneiros do rock português.
Os Diabolo são a sua última mutação.

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